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Como a tecnologia contribui para o futebol e a nova geração de jogadores.

O futebol, seja no Brasil ou em qualquer outro lugar do mundo, sempre foi palco de espetáculos de tirar o fôlego. Principalmente quando a rivalidade entra em campo. Cada lance, cada drible escreve uma nova história, com novos capítulos e personagens, mas sempre com muita emoção. A principal mudança nos últimos anos foi a chegada da tecnologia em campo. Sim, ela foi escalada e enviada para dentro do campo, nada de banco de reservas. A internet trouxe para o esporte a chance de prolongar o tempo de jogos da mesma maneira quando se recebe um bônus de cassino no cadastro. É mais tempo acompanhando os acontecimentos, e até mesmo fazendo parte dos detalhes de cada disputa.
Entre chuteiras e análises de dados, o Brasil, que ficou reconhecido mundialmente como o “país do futebol” depois do desempenho da equipe na Copa do Mundo de 1970, vive uma nova era. Aquela onde o futebol arte e técnico conta com um diálogo grandioso com o futebol analítico. Hoje em dia, não se fala mais em jogar bonito, mas sim em jogar de forma eficiente, e a tecnologia faz mais parte disso do que se pode imaginar.
O algoritmo e o jogo “científico”
Antes da tecnologia ser o capitão do time, quem tinha que entender todos os detalhes, até aqueles não vistos a olho nu era o técnico. Durante os treinos ele fazia a coleta de dados para fazer uma planilha completa da escalação do time. Mas, as novas tecnologias não só montam as escalações de forma mais eficiente como também tem a capacidade de analisar cada passo de um jogador. Ele coleta dados como distância percorrida, níveis de aceleração e as condições físicas dos atletas. Nada passa despercebido no radar. Essa tecnologia é conhecida como GPS Tracking.
Mas esse não é o único modelo tecnológico que pode ser utilizado dentro de campo. Vários sƒoftwares de análises táticas entram como parceiros nesse cruzamento, e tornam um jogo em um mapa estratégico. Cada passe colabora para mais informação sobre o ataque ou a defesa e com isso cada movimento pode ser padronizado a fim de criar padrões eficientes para levar a equipe para a vitória. Além do duelo dentro do campo, o duelo de dados também se faz presente.
Quem não usa as métricas, não está em campo
O pioneiro na América Latina com o uso de Inteligência Artificial como ferramenta do melhoramento do desempenho da equipe dentro e fora do campo foi o Palmeiras. A tecnologia usada pelo time brasileiro é capaz de monitorar todos os 22 jogadores em campo, e prever com 8 segundos de antecedência o que pode acontecer. Atualmente, no futebol a estatística não é mais vista apenas como um número sem significado, ela é o principal formador de argumentos inteligentes que levam a equipe ao topo do pódio.
As tecnologias são possíveis de entender as simulações táticas e os jogadores podem ser movidos ou removidos de forma virtual para testar alternativas e entender qual o impacto de cada simples movimento. Essas alterações permitem uma análise completa de dados brutos, como por exemplo, qual a velocidade ideal. Dessa maneira, com relatórios personalizados a equipe técnica recebe um prato cheio para ser mais assertivo.
Olheiro 2.0: a escolha perfeita de novos jogadores
A presença de um olheiro em um estádio de futebol era um dos fatores de maior apreensão entre os jogadores mais novos. A figura clássica daquele cara com os olhos clínicos para caçar novos talentos já não existe mais. Hoje o que se vê é o reforço indispensável da inteligência artificial. Sistemas inteligentes com a capacidade de cruzar dados são capazes de encontrar grandes talentos em ligas que não são muito populares.
Com o uso da tecnologia para essa finalidade, não é preciso estar dentro do estádio para poder acompanhar um jogador. O radar fica “ligado” 24 horas por dia coletando dados. A peneira é o algoritmo da atualidade.
A geração touch screen
A nova geração de jogadores conta ainda com mais um craque em campo na hora de “aprender” futebol. O avanço da tecnologia e a democratização do acesso a internet, possibilitou que um jogador possa ver um lance centenas de vezes em qualquer lugar a qualquer momento.
Com aplicativos otimizados e acompanhamento da evolução tática em canais como o Youtube, ajudam o jogador a entender o seu perfil, em qual posição ele tem o desempenho aprimorado e como ele pode desenvolver novas habilidades.
O apito inicial do futuro
O grande desafio que o futebol brasileiro enfrenta é encontrar o equilíbrio entre tradição e inovação. Claro que não é possível abrir mão da criatividade que elevou o Brasil ao “melhor do mundo”, mas também não é possível ignorar as ferramentas que podem aprimorar os jogadores, a equipe técnica e até mesmo o árbitro do jogo.
De fato hoje o futebol vive uma nova era, a tecnologia se tornou um grande titular e ajuda o time a sair na frente no placar. O jogo só termina com 90 minutos, mas cada vez mais, ele é ganho antes mesmo do apito final.
Como a tecnologia contribui para o futebol e a nova geração de jogadores.
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