Do início avassalador ao gol iluminado. Cruzeiro Campeão Copinha 2026 de forma invícta.
O Cruzeiro entrou em campo disposto a não deixar o título escapar como em 2024. Aos 12 minutos, a estrela do lateral-esquerdo William brilhou: após escanteio milimétrico de Baptistella, ele subiu sozinho para testar firme e abrir o placar.
O São Paulo, atual campeão, mostrou por que chegou à final e buscou o empate na raça. Já nos acréscimos da primeira etapa, aos 47 minutos, Igor Felisberto cruzou, Gustavo Santana ajeitou e o zagueiro-artilheiro Isac empurrou para as redes. O gol chegou a ser analisado pelo VAR, mas foi validado, levando o 1 a 1 para o intervalo.
No segundo tempo, a tensão tomou conta. O jogo estava travado até que o técnico Mairon César promoveu a entrada de Gustavinho. Aos 30 minutos, o meia arriscou um “balaço” de fora da área. A bola carimbou a trave, bateu nas costas do goleiro João Pedro e entrou. Um gol com dose de sorte e muita estrela para selar o título celeste.
Os Heróis do Título
O Cruzeiro termina a competição com uma campanha irretocável, destacando nomes que certamente aparecerão no profissional em breve:
- Vitor Lamounier: O goleiro foi um gigante, realizando defesas cruciais na pressão final do Tricolor.
- Cauan Baptistella: O cérebro do time, responsável pelas assistências e pelo controle do ritmo.
- Gustavinho: O iluminado que saiu do banco para decidir a final.

Ficha Técnica: Cruzeiro 2 x 1 São Paulo
- Data: 25/01/2026 (Final da Copinha)
- Local: Mercado Livre Arena Pacaembu, São Paulo (SP).
- Gols: William (12′ 1ºT), Isac (47′ 1ºT) e Gustavinho (30′ 2ºT).
- Árbitro: Murilo Tarrega Victor.
Aqui estão os nomes dos principais jogadores que brilharam nesta campanha vitoriosa do Cruzeiro para acompanhares a transição deles para o futebol profissional.
Já criei a lista com os destaques:
Destaques do Cruzeiro Campeão Copinha 2026
- Vitor Lamounier (Goleiro): Decisivo com defesas difíceis na final.
- William (Lateral-esquerdo): Autor do primeiro gol e consistente na defesa.
- Cauan Baptistella (Meia): Garçom do time e controle de ritmo de jogo.
- Gustavinho (Meia): Estrela da final, autor do gol do título.
- Rayan Lelis (Atacante): Muita velocidade e dribles pelas pontas.
- Fernando (Atacante): Referência técnica e principal finalizador.
Acompanhar a evolução destes jovens após o bicampeonato será muito interessante para o futuro da Raposa.
Veja os gols e melhores momentos de Cruzeiro 2 x 1 São Paulo, final da Copinha 2026…
🏆 O Caminho do Bicampeonato: Invencibilidade e Superação
O título de 2026 entra para a história como uma campanha de 100% de aproveitamento. Foram 9 jogos e 9 vitórias, superando obstáculos gigantescos antes mesmo de chegar ao Pacaembu.
A Ausência de Eduardo Pape
Um detalhe crucial que valoriza o título foi a ausência de Eduardo Pape, considerado o melhor jogador do Cruzeiro no torneio. Suspenso para a final, ele foi substituído por uma estratégia de Mairon César que reforçou o meio-campo com dois volantes fixos, liberando os laterais. Isso explica o protagonismo de William Almeida, o lateral que abriu o placar.
O “Dedo” do Treinador: A Estrela de Gustavinho
O gol do título teve um roteiro de cinema. Gustavinho saiu do banco de reservas no segundo tempo com uma missão específica: arriscar de fora da área para furar o bloqueio tricolor. Aos 28 minutos, o chute forte desviou no goleiro João Pedro após bater na trave, selando o destino da taça.
Campanha no Mata-Mata
O Cruzeiro precisou derrubar camisas pesadas para chegar ao topo:
- 2ª Fase: 3×1 vs Meia Noite
- Oitavas: 3×1 vs Santos
- Quartas: 3×0 vs Guanabara City
- Semifinal: 3×2 vs Grêmio (de virada, no apagar das luzes)
- Final: 2×1 vs São Paulo
📊 Curiosidades e Bastidores
- Repetição de 2007: O bicampeonato veio com um “déjà vu”. Assim como em 2007, o Cruzeiro venceu o São Paulo na final. Naquela época, a decisão foi nos pênaltis; em 2026, a fatura foi liquidada no tempo normal.
- Pacaembu de Cara Nova: A final marcou o retorno definitivo da Mercado Livre Arena Pacaembu como o palco principal da base, com gramado sintético e estrutura moderna, após anos de reforma.
- Artilharia Celeste: O atacante Fernando terminou como o principal goleador da Raposa com 4 gols, sendo a referência técnica de um time que priorizou o coletivo.
- Premiação: Seguindo a tradição da FPF, a conquista não rende prêmio em dinheiro. O valor está na vitrine: estima-se que o valor de mercado das joias da Toca tenha subido drasticamente após o apito final.
O que o torcedor pode esperar?
Com o título, nomes como Vitor Lamounier e Cauan Baptistella devem ser integrados imediatamente ao elenco principal para o Campeonato Mineiro. A “Geração de 2026” promete ser a base do Cruzeiro para as próximas temporadas.
Curiosidade: O Cruzeiro quebra um jejum de 19 anos sem o título da Copinha, conquistando sua segunda taça histórica justamente no dia do aniversário de São Paulo. O primeiro e único título do cabuloso foi conquistado em 2007 em cima do mesmo São Paulo.
Cruzeiro Campeão Copinha 2026
Cruzeiro Campeão Copinha 2026